Polícia de SP cumpre mandados em MS contra grupo suspeito de fraudes financeiras

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) as vítimas foram socorridas até o hospital de Três Lagoas (MS) e as causas seguem em investigação.

 Polícia Civil de São Paulo cumpriu mandado de busca e apreensão, nesta quarta-feira (28), em Campo Grande, contra um grupo suspeito de fraudes financeiras. A ação é resultado da 2ª fase da Operação Castelo de Cartas, que também expediu mandado de prisão contra um dos suspeitos, mas ele não foi localizado.

Segundo o delegado responsável pela operação, Fernando Teddi, os investigados agiam de forma a induzir empresários a investir dinheiro em cotas de empresas de fachada com promessa de lucros.

Os alvos dos mandados em Campo Grande são dois irmãos.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, a polícia apreendeu carros de luxo e joias, além de valores que superam R$ 1,5 milhão e quatro armas de fogo municiadas.

Ainda conforme a Polícia Civil paulista, um dos irmãos foi conduzido à delegacia, ouvido e liberado. Já outro não foi encontrado e é considerado foragido.

A investigação

De acordo Teddi, as investigações apuraram que os irmãos prometiam lucros elevados, sob a falsa alegação de vínculo com um grupo empresarial do ramo de gás e energia. Porém, conforme o próprio delegado, apesar de serem da família, os irmãos não participam da administração da empresa.

Em nota, o Grupo Zahran, proprietário do Primeira Página, afirmou que as pessoas mencionadas na investigação são membros da família Zahran, mas não possuem nenhum vínculo societário ou comercial com o Grupo Zahran ou com qualquer empresa do grupo.

Leia na íntegra a nota oficial do Grupo Zahran:

O Grupo Zahran, proprietário do Primeira Página, vem a público esclarecer as seguintes informações.

Duas pessoas mencionadas nesta reportagem são membros da família Zahran. No entanto, não possuem nenhum vínculo societário ou comercial com o Grupo Zahran ou com qualquer empresa do grupo.

Ressaltamos que o Grupo Zahran não mantém relação com as empresas mencionadas nas investigações.

O Grupo Zahran reforça que os fatos mencionados não têm relação com suas atividades.

Fonte: G1 MS