Operação da SENAD no Paraguai tira de circulação 248 toneladas de maconha

Foto: Amambaydigital 

Esta acontecendo na região do Departamento de Amambay, que reúne Pedro Juan Caballero, Capitan Bado e Bella Vista Norte, a ‘operação Amambay I’, que reúne um grande contingente de agentes do SENAD, tanto nas cidades como também na zona rural cujo objetivo é encontrar e destruir plantações de maconhas e evitar que a droga já pronta seja transportada para o Brasil.

Segundo os primeiros informes do SENAD, já foram tirados de circulação cerca de 248 toneladas de maconha, o que em dinheiro representa algo em torno de U$ 7 milhões 453 mil dólares.

Essa operação teve inicio no dia 26 de maio e além dos agentes antidrogas do SENAD, também estão participando da operação um helicóptero das Forças Armadas que entra diretamente nas lavouras onde tem as plantações de maconha que, depois de localizadas, são destruídas e queimadas pelos militares paraguaios.

Até o final da tarde deste sábado (31) os trabalhos haviam sido realizados na região de Santa Clara e Cascada, onde foram encontrados 60 hectares de plantações de maconha distribuídas em 27 parcelas que também foram cortadas e queimadas, sendo que se essas lavouras fossem colhidas dariam um total de 180 toneladas da droga.

As ações foram acompanhadas pelos promotores Valeriana Ferreira e Kátia Uemura, que confirmaram que também encontraram outros 40 acampamentos precários, 40 prensas utilizadas para fazer os ‘tijolos’ de maconha que são comercializados e encontrado 68,4 toneladas de maconha picada, pronta para serem embaladas, 1.120 quilos de maconha já prensada, 260 quilos de sementes e 114 gramas de Haxixe que é feito da cera da maconha.

As autoridades informaram que a contabilidade das plantações de maconha funciona da seguinte maneira: 01 hectare plantados rende 3 mil quilos da droga, sendo que um quilo é comercializado a U$ 30 dólares, esse hectare estará rendendo U$ 90 mil dólares na comercialização na fronteira.

Nos grandes centros como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, as informações policiais são de que a droga chega a ser vendida entre R$ 500 a R$ 700 reais o quilo, dessa forma, o prejuízo pode chegar a mais de R$ 15 milhões de reais.

 
 
 
 
  Fonte: Tião Prado