O capacete é um item de segurança obrigatório para os motociclistas. Não só porque o Código de Trânsito Brasileiro exige o seu uso, mas também porque ajuda a evitar conseqüências mais graves em acidentes de trânsito.
Para o uso correto, o capacete deve estar devidamente afixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta jugular e engate, por debaixo do maxilar inferior, e a viseira deve estar abaixada. Em lojas especializadas, eles são encontrados em várias cores e tamanhos, mas o ideal é que ele fique confortável na cabeça (nem maior, nem menor) e é indispensável que seja certificado pelo Inmetro. (Confira se o capacete apresenta o selo do órgão). Além disso, deve estar dentro do prazo de validade, que é de cinco anos. Caso o motociclista sofra algum acidente, o capacete deve ser inutilizado e outro deve ser adquirido.

Outro fator importante é ficar atento ao modelo do capacete. Alguns são proibidos por lei, como é o caso do coquinho que não protege a nuca. No caso de acidentes, a tendência desse modelo é sair da cabeça do condutor.
Ainda nos dias de hoje vemos motociclistas que circulam sem esse item de segurança. Além de ser considerada uma infração gravíssima, com multa e perda de sete pontos na carteira, é um risco altíssimo que o condutor e o passageiro assumem. No caso de um acidente, o risco de fraturas graves na cabeça, é consideravelmente menor com uso dele.
Não devemos ser negligentes com a nossa própria segurança. Cheque se o seu capacete atende às normas exigidas e, caso não tenha um, adquira imediatamente. Muitas vidas podem ser salvas com esse simples gesto. Seja consciente converse com seus amigos.
Reportagem Odair de Oliveira.