Um fato confuso, descrito como “fato alegado contra a integridade física das pessoas” (lesão), foi denunciado pela vítima, um comerciante de nosso meio ambiente que, de acordo com sua versão, queria ser abatido a bordo de seu veículo por um funcionário de um banco quadrado. O suposto incidente ocorreu há três dias no bairro de Virgen de Caacupé.
A suposta vítima é Martín Armoa Villalba, 38, um comerciante que supostamente assume Diego Sanguina Cohene, 33, um oficial de crédito da agência local do Banco Familiar.
Segundo o queixoso, a suposta agressão ocorreu na sexta-feira 27, aproximadamente às 11 horas, nas proximidades da avenida Fernando de la Mora, médico da esquina das Nações Unidas, no bairro de Virgen de Caacupé, no caso desta que foi denunciada recentemente quatro horas depois, às 13:00 na subestação 8 do bairro Guarani, conforme indicado na carta enviada à Unidade Fiscal de plantão naquele momento.
Segundo Armoa, na sexta-feira passada ele chegou à casa de Sanguina Cohene para buscá-lo e levá-lo ao seu trabalho, o Family Bank, onde, em conjunto, o banco lhe pagaria uma conta que ele estava pendente.
O comerciante acrescenta na sua queixa que, no caminho, Sanguina pediu que ele voltasse para sua casa porque ele havia esquecido seu telefone celular, então eles voltaram.
Uma vez no local de sangue, ele teria descido para pegar o telefone e imediatamente saiu e voltou ao veículo de Armoa, colocando-se no banco de trás.
O comerciante continua reclamando que, para sua surpresa, o banco tentou de repente cortar o pescoço com uma faca de cozinha, mas, por sorte, ele percebeu e conseguiu cortar o braço de seu suposto atacante e lutou, até conseguir se esquivar. e saia da estrada com algumas feridas, como um corte em um braço, outra facada em uma mão e outra em uma de suas coxas, embora sem grande gravidade.
O incidente foi relatado logo após 13:00 e na companhia de policiais Armoa chegou ao hospital regional para o diagnóstico médico correspondente.
O caso foi comunicado ao Ministério Público.
