Levantamento mostra que 14,8% dos adultos dormem menos de 6 horas
No País onde dormir mal virou regra, Campo Grande é exceção. Dados do Vigitel (Sistema de Vigilância de Fatores de Risco ou Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), levantamento oficial do Ministério da Saúde, mostram que a Capital tem a menor proporção de adultos que dormem menos de 6 horas por noite entre todas as capitais brasileiras.
Conforme divulgado nesta quarta-feira (28), apenas 14,8% dos moradores de Campo Grande relataram sono curto, índice bem abaixo da média nacional, que chega a 20,2%, ou seja, um em cada cinco adultos nas capitais do país dorme menos do que o recomendado.
No topo da lista das capitais que menos dormem está Maceió (AL), onde 24,8% da população adulta passa noites com menos de seis horas de sono. Outras capitais populosas, como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Manaus (AM), também apresentam índices acima dos 20%. Campo Grande ficou isolada na parte de baixo do ranking.
Mesmo liderando o ranking positivo, Campo Grande repete um padrão nacional: mulheres dormem menos do que homens. Na Capital, 16,3% das mulheres relataram sono curto, contra 13,1% dos homens. Ainda assim, ambos os percentuais estão entre os mais baixos do Brasil.
Nacional – O Vigitel mostra que dormir pouco deixou de ser exceção no país. Além da curta duração do sono, 31,7% dos adultos das capitais brasileiras relatam sintomas de insônia, problema mais frequente entre mulheres, idosos e pessoas com menor escolaridade.
O próprio Ministério da Saúde alerta que a privação de sono está diretamente associada ao aumento do risco de obesidade, diabetes, hipertensão e problemas de saúde mental, motivo pelo qual o tema passou a integrar oficialmente o monitoramento do Vigitel a partir de 2024.
Fonte: Campo Grande News
