Funcionários do Hospital São Vicente de Paulo recebem capacitação

Lile Corrêa*

Na quinta feira 9/4 no Hospital São Vicente de Paulo em Bela Vista aconteceu uma capacitação profissional, direcionada aos funcionários da limpeza visando a melhoria dos serviços.

A capacitação foi ministrada pela enfermeira Luciene Colman Medeiros tendo como tema “Segurança no trabalho, higienização e limpeza”.
A iniciativa partiu da responsável técnica Karina Makiyama que “já preparou um cronograma de capacitações com objetivo de levar conhecimento para todos”.

Uma outra capacitação foi realizada dia 01/04 foi realizada por Karina Makiyama e pelo pessoal do setor de faturamento do HSVP sobre relatório de enfermagem para melhorar o atendimento dos usuários.




De acordo com o Portal da Enfermagem, através da higienização, proporciona-se aos clientes internos e externos um ambiente limpo e esteticamente organizado, livre de mau odor, visando conforto, segurança e bem estar.
A utilização de boas práticas durante a execução dos processos de limpeza, além de eliminar a sujidade visível e reduzir a carga contaminante das superfícies, evita a disseminação de microrganismos através da adoção de medidas de controle, preserva a saúde ocupacional e o meio ambiente.
 
Há três tipos de limpezas: concorrente, terminal e de manutenção.
A limpeza concorrente é aquela realizada enquanto o paciente encontra-se no apartamento, nas dependências da instituição de saúde. O funcionário retira o lixo e os resíduos depositando-os em sacos plásticos, recolhe a roupa suja para encaminhar à lavanderia e recolhe outros materiais, como jornais e revistas, por exemplo.

A limpeza terminal é realizada após a saída do paciente, seja por alta, óbito ou transferência. Este ato compreende a limpeza de superfícies, sejam elas verticais ou horizontais, e a desinfecção do mobiliário. E temos a limpeza de manutenção, que têm como objetivo, manter o padrão da limpeza das dependências, nos intervalos entre as limpezas concorrentes ou terminais. Neste caso, deve-se estar atento à reposição de materiais de higiene, recolhimento de resíduos, manutenção das superfícies limpas e secas etc.
 
As áreas são classificadas de acordo com o risco potencial de transmissão de infecções:
– Áreas críticas: são aquelas onde existe um risco aumentado de infecções, onde se realizam muitos procedimentos de risco. Ex: OS, UTI, CC, CO, locais onde se encontram pacientes imunocomprometidos etc.
– Áreas semicríticas: ocupadas por pacientes com moléstias infecciosas de baixa transmissibilidade e doenças não infecciosas, ambulatórios, quartos ou enfermarias de pacientes etc.
– Áreas não críticas: áreas não ocupadas por pacientes e onde não se realizam procedimentos de risco. Ex. áreas administrativas.
 

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