Forte chuva em Dourados derruba forro de gesso do HU/UFGD provocando interdição da maternidade

Por causa de uma forte chuva ocorrida nesta segunda-feira (9) em Dourados, parte do forro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal do Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados (HU/UFGD) caiu provocando a interdição da ala e a consequente transferência dos pacientes para outros setores. 

De acordo com o site Dourados Agora, a assessoria de imprensa do hospital informou que foi detectado um vazamento de água em uma área que compreende entre o corredor e a recepção da UTI Neonatal não atingindo o local onde ficam os bebês, por isso, o setor está funcionando normalmente. 

Por meio de uma nota divulgada pela assessoria de imprensa, a direção-geral do Hospital Universitário comentou sobre os problemas de infiltração ocorridos no forro de gesso da maternidade da instituição.

Ainda segundo o site, todos os problemas foram encaminhados à empresa responsável pela manutenção dos forros de gesso. 

Abaixo, segue a íntegra da nota divulgada pela UFGD.

A direção-geral do Hospital Universitário da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) informa que o alojamento conjunto (maternidade) da instituição precisou ser interditado no final da tarde desta segunda-feira (9) devido a problemas de infiltração no forro de gesso durante a chuva. O problema teria ocorrido devido a uma telha deslocada, o que permitiu que a água da chuva entrasse no forro comprometendo toda a sua estrutura. Devido ao grande fluxo de água, parte da cobertura dos quartos cedeu e o restante está comprometida.

Por conta disso, todas as pacientes internadas na maternidade precisaram ser removidas para outros setores. Puérperas e bebês foram transferidas para o Posto 2 (clínica cirúrgica), o que obrigou o hospital a desmarcar todas as cirurgias eletivas agendadas para os próximos dias devido à ocupação total dos leitos.

Já as gestantes foram encaminhadas para o espaço do PAP (Pronto Atendimento Pediátrico). Apesar do imprevisto, a equipe agiu rapidamente para garantir a segurança de pacientes, acompanhantes e servidores. Os 25 leitos de alojamento conjunto foram interditados e a previsão inicial é que o setor seja reja restabelecido para atendimento em torno de três semanas.

A diretoria do HU/UFGD se reuniu na noite de ontem e está novamente reunida neste momento para definir as estratégias a serem adotadas nos próximos dias. O diretor-geral Wedson Desidério Fernandes adiantou que a empresa responsável pela reforma será acionada para que sejam apuradas as responsabilidades sobre o caso.

A presidente do Conselho Municipal de Saúde, Berenice de Oliveira Machado Souza, já foi informada sobre o ocorrido. Nesta semana, o caso também deverá ser discutido com a Secretaria Municipal de Saúde em busca de alternativas para solucionar o problema sem prejudicar o atendimento à população.