Fabrica de Cimento em Bela Vista movimentará a região

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bela Vista – MS, em breve estará recebendo um investimento de R$ 750 milhões. A fábrica de cimento deverá entrar em operação em até dois anos. E o mais importante é que durante a construção vai gerar mais de dois mil empregos, com o máximo aproveitamento de mão de obra local. Esse novo modelo de produção de cimento é inédito no Brasil, além de reduzir a distância percorrida pelos caminhões.

Na fase de operação, serão cerca de 200 empregos diretos e outros 600 indiretos. Para assegurar que as vagas sejam preenchidas por moradores do município, o empreendedor do projeto, a CPX Sul-mato-grossense, terá parceria com o SENAI para treinamento e qualificação de pessoal.

Esse novo investimento em Bela Vista, atenderá dentro de um raio de até 700 km da fábrica, beneficiando cerca de 300 lojas de material de construção e pequenas indústrias como também o setor da construção civil de todo o Centro-oeste, como e ainda o oeste de São Paulo e Paraná além de exportar para o Paraguai.

O projeto é uma das mais modernas e eficientes fábricas de cimento Portland no Brasil, seguindo os mais rígidos padrões ambientais do mundo. Atualmente Mato Grosso do Sul tem duas unidades produtoras de cimento, uma de 1993 e outra de 1955, ou seja, há mais de 20 anos, Mato Grosso do Sul não tem uma nova fábrica de cimento.

Além da geração de empregos o aquecimento no mercado local, a economia de Bela Vista também será fortalecida com a aquisição de insumos de produtores locais pela CPX. A previsão de investimentos médios mensais para aquisição de insumos é de R$ 1,75 milhão, sendo que pelo menos R$ 350 milhões serão direcionados ao mercado local.

Outros benefícios que chegam juntos são os investimentos de cerca de R$ 15 milhões, em parceria CPX com o poder público, em obras de infra-estrutura como (habitação, transporte, energia, comunicação e saneamento, entre outros), que Irã garantir mais qualidade de vida aos moradores de Bela Vista e região. Mais de

Para você ter uma idéia essa unidade vai usar apenas cerca de 80 mil metros quadrados, em uma área de pastagem com pouca vegetação, reduzindo impacto ambiental, conservando a maior parte do terreno e contribuindo para preservar a fauna e flora da região e, distante das drenagens e cursos de água.

O processo produtivo do começo ao fim, até o ensacamento e carregamento a granel funcionarão em circuito fechado e despoeirado. Os filtros da chaminé do forno, por sua vez, monitorarão o ar de forma contínua, de modo a informar, em tempo real, os níveis de emissões.

A água para uso industrial seguirá em circuito fechado, ou seja, será reutilizada no próprio processo produtivo, e a que for usada em cozinhas e banheiros será destinada à estação de tratamento própria para este fim.

As obras da CPX estão previstas para o início de 2016, pois os estudos ambientais já foram concluídos e o governador Reinaldo Azambuja não mediu esforços para através

Odair de Oliveira – Jatobanews