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Com a quarta maior população (109,2 mil habitantes) e quarto maior colégio eleitoral de Mato Groso do Sul (70,5 mil votantes), Corumbá – na microrregião do Pantanal – é um dos polos estratégicos de desenvolvimento do Estado. Conhecida como a “capital do Pantanal”, por estar localizada na maior superfície dos extremos brasileiros desse bioma, é séria candidata a firmar-se entre os principais centros de alimentação da política externa do Brasil no Corredor Oeste do Mercosul com acesso ao Pacífico e aos grandes mercados da Ásia, África e Europa.
Nas eleições de 2016, o candidato do PSDB, Ruiter Cunha, defendeu o aproveitamento dessas condições diferenciadas para que Corumbá não só se destaque no ranking geoeconômico do Estado, mas se revitalize política e administrativamente para atrair investimentos e parcerias compatíveis com sua grandeza. Com esse apelo e a experiência de dois mandatos de prefeito (de 2005 a 2012), Ruiter Cunha teve 23.566 votos (46,41% da votação válida), derrotou dois concorrentes e ganhou a procuração popular para governar pela terceira vez a cidade em que nasceu.
LIÇÃO DE CASA – Ciente de que sua liderança é um dos fatores determinantes para os projetos políticos e administrativos do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), o prefeito não permite que os ruídos beligerantes da campanha continuem ressoando. É hora de governar e de fazer a lição de casa, somando forças e aparando arestas sempre que necessário, repete. A tarefa tem permitido soluções oxigenadoras para a governabilidade, sempre algo problemático no início de qualquer gestão, por melhor que tenha sido a transição.
No primeiro mês deste mandato Ruiter começa a repaginar as intervenções do poder publico, imprimindo sua marca pessoal, especialmente na forma humana e cortez de lidar com as pessoas. Garante que assim é muito mais produtivo levar adiante duas das diretrizes de maior impacto na relação com a cidade: a gestão democrática e participativa. É esse o retrato diário da administração, visível em programas e ações como a preparação da volta às aulas, as providências de recuperação viária e a organização do carnaval.
ACERVOS – Além das belezas naturais do Pantanal, Corumbá tem um singular e abundante acervo de atrativos históricos e culturais para garantir o turismo como um dos pilares de sustentação da economia, acentua Ruiter. E o carnaval é um dos marcos nas agendas de época – a exemplo do Banho de São João. Para o carnaval deste ano, o prefeito integrou os organismos de Cultura, Meio Ambiente e Turismo em um plano de transversalidade específica para o evento, mas que contém, ainda, um planejamento global envolvendo as demais secretarias e parcerias para apoiar o evento, um dos maiores e mais badalados do calendário sulmatogrossense.
O titular da Fundação de Cultura e do Patrimônio Histórico do Pantanal, Luiz Mário Cambará, chama a atenção para aspectos únicos que, a seu ver, capacitam Corumbá para se consolidar entre as mais interessantes opções turísticas do Brasil.
“Temos um ecossistema sem igual no planeta, o pantanal, patrimônio da Humanidade. Porém, temos muito mais: um povo que tem a hospitalidade na alma e no gesto; endereços de arquitetura de época, tomados pelo Patrimônio Histórico; um rio piscoso, o Paraguai; a fronteiridade com a Bolívia; várias e irresistíveis opções de gastronomia, artesanato, danças, artes plásticas e lugares paradisíacos para todo tipo de visitação”, descreve Cambará. “E tudo isso com a chancela segura de uma gestão focada no desenvolvimento com sustentabilidade. Por isso, a auto-estima da população se eleva a cada dia, com a consciência de que podemos e vamos atingir o estágio de progresso compatível com nosso potencial”.
