O deputado Cabo Almi (PT-MS) está à frente de mais uma demanda que envolve as APAEs, a Secretária de Educação e o governo do Estado, no que diz respeito ao termo de cooperação que cede professores para Educação Especial nas escolas mantidas pela entidade. O governo pretende acabar com o convênio e certamente vai prejudicar o ensino diferenciado para esta parcela da população, em função da gravidade de suas deficiências.
Os presidentes das APAEs de Ivinhema, Antonio Gomes da Silva, de Naviraí, José Marcos Pereira e de Nova Andradina Maria Waldirene de Oliveira, encaminharam solicitação ao deputado para que interceda junto ao governador Reinaldo Azambuja, no sentido de se manter o atendimento educacional da forma como já vem sendo feito. O desfazimento do termo de cooperação, pode ser uma catástrofe para os portadores de deficiências atendidos pelas APAEs no Mato Grosso do Sul.
INTEGRA DA CARTA ENDEREÇADA AO DEPUTADO CABO ALMI, ASSINADA PELOS REPRESENTANTES DAS APAEs
Ilustríssimo senhor deputado estadual José Almi Pereira Moura
“Infelizmente mais uma vez as APAEs de Mato Grosso do Sul, vivem uma situação de conflito e instabilidade quanto ao Termo de Cooperação realizado com a secretária de Estado de Educação para a dedência de professores que atuam na Educação Especial, nas escolas mantidas pelas APAESs.
Neste ano sofremos com a redução de pessoal e ainda redução de carga horária para que pudéssemos concluir o ano letivo sem maiores prejuízos aos alunos, porém para o ano de 2016, situações piores estão sendo colocadas pelo senhor governador, cortando todas as cedências, transformando estas cedências em repasse de recursos financeiros.
Este fato é extremamente inviável para o funcionamento das APAEs, visto que implica em muitos acréscimos financeiros (encargos sociais e etc…) que as instituições não têm condições de manter.
N este sentido solicitamos o apoio do Ilustríssimo deputado estadual José Almi Pereira Moura, que interceda junto ao governador para que juntos encontrem os meios legais para que as cedências de professores sejam mantidas, pois precisamos garantir a continuidade dos atendimentos educacionais de qualidade prestados a esta parcela da população, que em função da gravidade de suas deficiências, o ensino comum não oferece condições de atendimento.
Vale ressaltar que esta situação tem causado grande insegurança nas famílias, além da insatisfação na política que o governo adota junto às APAEs para o atendimento a pessoa com deficiência, que historicamente vem sendo discriminadas e tendo seus direitos violados”.
Certo de podermos contar com a vossa colaboração desde já agradecemos e aguardamos retorno.
O deputado Cabo Almi, sempre sensível com a causa dos menos favorecidos e, neste caso dos especiais, em conjunto com a bancada do PT e os líderes dos partidos e dos blocos parlamenteares na Assembleia Legislativa, que por sinal, já se manifestaram contrário a essa atitude do governo.
Estão encaminhando de forma conjunta, por intermédio do presidente da casa, para que o governo possa rever essa posição de chamar de volta os professores em troca de recursos financeiros em forma de compensação para complemento salarial.
Essa complementação financeira em troca dos professores, não atende a necessidade das APAEs, por isso a necessidade do governo manter os professores da forma como está, concluiu o parlamentar.
fonte:https://www.facebook.com/caboalmi.ii