Depósitos na conta do militar vinham sendo feitos desde 2015, totalizando um valor de R$ 229 mil, e sem origem
O tenente-coronel Jidevaldo Souza Lima preso durante a Operação Avalanche, que levou para a cadeia militares do alto escalão de Mato Grosso do Sul que estavam envolvidos com contrabando de cigarros, teria justificado o aumento patrimonial crescente desde 2015 ao fato de segundo o tenente ter recebido um prêmio da loteria, no valor de R$ 203 mil 452 reais.
Durante as investigações feitas pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) foi descoberto que o grupo recebia propinas que variavam de R$ 15 a R$ 150 mil, sendo que no caso do tenente, ele teria afirmado que os vários depósitos feitos em sua conta seria ,pelo fato de ter ganho na loteria o valor de mais de R$ 203 mil. Em um único dia teve um depósito na sua conta de R$ 21 mil e R$ 15 mil, em 2018. Antes de ser preso, o militar chefiava da 4ª Seção do Estado Maior da PMMS, onde atuava na ‘Política e Planejamento de Logística’ recebendo o valor de R$ 22.851,93 como rendimento fixo na Sejusp.
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