No centro de Buenos Aires, seleção chega despercebida

A segurança parecia preocupada como se fosse receber estrelas esperadas por uma multidão, mas a chegada da seleção brasileira em Buenos Aires, onde enfrenta a Argentina nesta quinta-feira, passou quase despercebida pelos portenhos, mesmo com o time de Dunga se hospedando em uma área central, na região da avenida 9 de Julho, a principal da cidade.

Mesmo com tão pouca gente, os seguranças do hotel, com seus ternos pretos, estavam tensos, pedindo que fotógrafos e câmeras ficassem a pelo menos 20 metros da porta por onde Neymar e companhia entraram.

O mesmo descaso que a maior parte da mídia argentina tem em relação ao jogo, pelo menos até a vespera dele. No “Clarín”, o principal períodico argentino, eram nada menos do que 13 fotos de Tevez na entrega de um prêmio. E destaque menor para o jogo, e praticamente ignorando o Brasil de Dunga.

O jogo ainda chama pouca atenção pelo quente clima político argentino. No próximo dia 22, o país escolhe seu próximo presidente, com Mauricio Macri, ex-presidente do Boca Juniors, liderando as pesquisas.

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