Na Linha do Tempo: Fatos históricos que marcaram época. Ex-presidentes que foram presos ao longo da história política do Brasil

Na Linha do Tempo: Fatos históricos que marcaram época. Ex-presidentes que foram presos ao longo da história política do Brasil

O primeiro a ser preso foi Presidente a entre 1910 e 1914, o marechal Hermes da Fonseca foi preso em julho de 1922, acusado de conspiração no levante militar conhecido como a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana, no Rio. Após 6 meses preso, ganhou um habeas corpus.

O segundo ex-presidente à ser preso foi Washington Luiz, que comandava o governo quando teve início a Revolução de 1930. Deposto, ele foi detido e conduzido ao Forte de Copacabana em 24 de outubro. Em 7 de novembro, o Governo Provisório estabeleceu seu banimento. No dia 20, partiu com sua família em exílio para a Europa.

O terceiro ex-presidente foi Arthur Bernardes, presidente entre 1922 e 1926, foi preso em 1932 em Minas Gerais por participar da revolução Constitucionalista. Depois, acabou exilado.

O quarto ex-presidente a ser preso foi Juscelino Kubitschek, preso em 13 de dezembro de 1968, levado por agentes do regime militar na noite da promulgação do Ato Institucional número 5. No momento da prisão, ele deixava uma cerimônia de formatura no Teatro Municipal do Rio. Juscelino passou alguns dias encarcerado e depois seguiu para prisão domiciliar até finalmente ser liberado em definitivo. (Foto acima)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi o 35.º presidente do Brasil entre 2003 e 2010, nesta ordem é o quinto ex-presidente do Brasil a ser preso, o detalhe diferente dos demais, sua prisão se dá por fatos de ordem criminais, condenado em segunda instância no caso do triplex em Guarujá (SP) no dia 24 de janeiro de 2018. Na ocasião, a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) aumentou a pena para 12 anos e 1 mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro com início em regime fechado.

“A ambição comete, em relação ao poder, o mesmo erro que a ganância em relação à riqueza: começa a acumulá-la como meio de felicidade, e acaba a acumulá-la como objetivo”. Charles Colton

Fonte: metropole, publicado por diariario republicano pesquisa Yulds Bueno

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