Fagner comemora convocação e se defende da “fama” de jogador violento

Fagner comemora convocação e se defende da “fama” de jogador violento

Um dos destaques do Corinthians, Fagner comemorou o retorno a Seleção Brasileira. Em entrevista coletiva no CT Dr. Joaquim Grava, na tarde desta segunda-feira (12), o lateral-direito disse que a nova chance concedida pelo técnico Tite é o reconhecimento do esforço e dedicação neste início de temporada.

“Às vezes a gente não entende algumas coisas, mas se Tite entendeu que eu não deveria estar na lista nas últimas convocações, é porque eu tinha que melhorar. E ele sempre disse que deveríamos estar bem no clube. No início da temporada me cuidei e agora veio a premiação de tudo aquilo que abri mão nas férias. Fico feliz por estar de volta”, disse.

Fagner sabe que a convocação para os amistosos contra a Rússia e Alemanha, nos dias 23 e 27 de março, não lhe garante na Copa do Mundo. Mas, vê uma grande oportunidade de provar ao treinador que tem chances e merece ser lembrado na lista final, o que seria a realização de um sonho de infância.

“Toda criança sonha em virar jogador de futebol e vestir a camisa da Seleção. Poder ir numa Copa do Mundo é uma gratificação grande que marca a carreira. Espero estar na lista em maio. Será importante trabalhar com eles, vivenciar esses dias. Fazendo um bom trabalho lá as coisas podem ficar mais próximas”, comentou.

Fugindo do rótulo

Recentemente, Fagner passou a ser criticado pela força excessiva em divididas de bola com os adversários. O lateral corintiano, inclusive, ganhou um “rótulo” de jogador violento, o que para ele é totalmente fora da realidade. Durante a coletiva desta segunda, ele falou sobre o assunto e cobrou mais respeito.

“Infelizmente a gente vive num mundo em que você é julgado por uma atitude, e não por um contexto geral. Tive duas ou três expulsões em 150 jogos, menos de uma por ano de clube. Infelizmente, tem pessoas que não gostam de você e que vão falar. Mas o importante é meu caráter, que está intacto. É o exemplo que passo para o meu filho”, concluiu.

  • Jovem Pan

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