Carta aberta ao Povo de Bella Vista Norte

Carta aberta ao Povo de Bella Vista Norte

Com profunda tristeza, decepção e impotência escrevo esta carta a todos os cidadãos de bem desta querida cidade de bela vista norte.
Me causa tanta dor como bellavisteño que eu sou, os últimos acontecimentos que se vêm registrando em nossa comunidade nos últimos dias, principalmente, a abertura de uma rua e o fraccionamento de terrenos de parte da prefeitura de bela vista norte dentro do prédio da prédio. Escola graduada não 188 “Bela vista” no bairro operário da nossa cidade, que com documentos respaldatorios da direção dessa instituição educacional, pertence ao ministério da educação e ciências.
A mesma prefeitura local, durante o governo do Sr. Henrique Bazzano, no ano de 1.999 cedeu este terreno municipal, gratuitamente ao ministério da educação e da cultura, sendo ministro nessa altura o Dr. Nicanor Duarte frutos. Esta transferência foi feita perante uma escravatura pública.

De contramão com a nossa rica história de educação em bela vista.

Este vergonhoso ato de atropelar a nossa comunidade educacional, realce mais acima, vai de sentido contrário, ou não aproxima com os fatos registrados dentro da nossa rica história educacional que conta a cidade de bela vista norte.

A entrada dos missionários redentoristas para o Paraguai.

No ano de 1930 aderiram os primeiros missionários redentoristas ao Paraguai, e começou justamente por esta cidade, para expandir aqui e em todo o país o trabalho pastoral religiosa e de educação às nossas crianças e jovens, prática que o fazem até hoje em dia. Os pais redentoristas.
É por isso que graças a estes dedicados missionários redentoristas, bela vista hoje conta a Paróquia Maria Auxiliadora, com o seu local próprio de 4 HECTARES, onde funciona a igreja Maria Auxiliadora, o estádio são gerardo, a escola – Colégio São José (dentro Funcionava um convento das irmãs franciscanas), e a casa dos pais redentoristas.
A Escola – Colégio Subsidiado São José hoje funciona como instituição educacional e também ensinando os valores religiosos.

A criação da escola general. Marcial Samaniego

A Fundação da escola general marcial samaniego do Bairro Santo Antônio, foram graças a alguns moradores do bairro e arredores, liderado pelo hoje falecido dom dionicio aguero, que vendo a necessidade de contar o bairro com uma escola mais perto, para um melhor conforto. De suas crianças, reuniram-se e formaram uma comissão de cujas atividades tiveram como objetivo chegar de a pouco ir construindo, sala de aula por sala de aula até chegar a ser definitivamente o que é hoje a escola general samaniego.

A criação da escola Maria Auxiliadora

Tendo em conta a necessidade de aumentar mais locais de estudo para as crianças / as na comunidade, os pais de famílias do bairro imaculada e da área da aviação e alguns políticos que o acompanharam, solicitaram ao então governador do amambai julio c. Rojas esquecem, bellavisteño, que através das suas diligências se conseguiu a construção da escola Maria Auxiliadora.

Estes alguns exemplos históricos de luta a favor da educação das nossas crianças / as da comunidade vê-se cair para baixo o tremendo sacrifício que estas pessoas fizeram e por que não das pessoas de bem que discrição um futuro melhor para os nossos filhos estudantes. A triste decisão tomada pela nossa Intendente Municipal, de tomar o pátio de uma comunidade educacional (escola 188 bela vista) abrir dentro dela uma rua e lotearlas parte dela a pessoas namoradas ao seu ambiente, não sabemos para que fim.
Isto chama-Se atropelo à dignidade das pessoas da comunidade educativa e pessoas de bem que habitamos esta cidade, que merecemos o seu respeito.
Como chefe maior tem a responsabilidade de servir as nossas crianças estudantes para uma melhor qualidade e conforto educacional nas suas instituições, neste caso faz o contrário. Tira grande parte que lhes cabe por direito… o seu local de recreação não respeitando as instituições formalmente constituídas – neste caso – de educação e ciências da Secretaria de estado.

Que não aconteça a mesma coisa que aconteceu com a nossa histórica praça pública, em frente ao destacamento militar de fronteira n. O 3, por trás da nossa também histórica gruta virgem do apa, que ficou nas mãos de particulares.

Ainda há tempo para rever posições. Oxalá olhe o bem comum como diz a lei orgânica municipal para o bem de todos. O povo agradecer-vos-á.

Roberto Esquivel Gamarra.

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