CAPITAL: Acusados de dar o "golpe da boquinha" já lucraram R$ 130 mil

Com a realização de saques, empréstimos, créditos consignados e até adiantamento do 13° salário, a Polícia já estipula o prejuízo de R$ 130 mil em quatro vítimas que caíram no “golpe da boquinha”, em Campo Grande, nos dias 10 e 11 de fevereiro. Para que os autores sejam identificados, a 1ª Delegacia de Polícia divulga imagens da ação da dupla e solicita informações do paradeiro dos autores.

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“Em uma rápida ação, eles circulam em um supermercado na rua Maracajú e posteriormente na 13 de maio, escolhendo vítimas em potencial. Para a identificação da dupla, percebemos que a rotatividade de clientes bancários é grande, no entanto apenas os dois permanecem. E ainda temos o exato momento do saque da mulher em uma agência bancária, já com o cartão da vítima”, afirma o delegado.

A Polícia ainda verifica a participação de terceiros ou até mesmo se o homem é a pessoa que se passa por atendente do banco. “Com certeza eles estão circulando na cidade para caçar novas vítimas. Então estamos alertando as pessoas para ficarem atentas e jamais repassarem a senha bancária. No banco, chame um atendente e em locais públicos ligue para a Polícia ou entre em contato com o banco para resolver o problema”, explica o delegado.

Quem souber do paradeiro ou reconhecer um dos autores pode entrar em contato com a 1ª Delegacia de Polícia, pelo telefone (67) 3312 – 5725.

Golpe – As golpistas fingem entrar em contato com o serviço do banco, solicitando o bloqueio do cartão. A vítima então repassa dados e inclusive a senha bancária, acreditando ser necessário para o bloqueio do cartão. Logo depois, a pessoa vai embora e o cartão é facilmente retirado pelas golpistas, que efetuam saques, transferências e até empréstimos, conforme explica a Polícia.

 

Delegado explica ação dos autores. Foto: Graziela RezendeDelegado explica ação dos autores. Foto: Graziela Rezende

 

Golpistas aguardam o momento certo para agir. Foto: Graziela RezendeGolpistas aguardam o momento certo para agir. Foto: Graziela Rezende